O brincar é a linguagem natural da infância. Neste curso, aprenda a utilizá-lo como recurso projetivo e terapêutico, acessando o não-verbal, fortalecendo a autoestima e promovendo segurança emocional, como propõe Winnicott.
QUERO COMPRAR AGORA!Este curso foi cuidadosamente desenvolvido para capacitar Estudantes de Psicologia e psicólogos formados a entenderem a importância do brincar no contexto terapêutico infantil, aplicando as teorias de Donald Winnicott de maneira prática e eficaz. Você aprenderá desde a montagem do consultório até a análise das sessões de brincadeira, além de técnicas para trabalhar de forma ética e empática com a criança e sua família.
Tudo isso por meio de uma didática exclusiva desenvolvida pela professora Carla Cruz, baseada em sua sólida experiência clínica e acadêmica, que torna a psicoterapia infantil clara, prática e acessível, mesmo para iniciantes.
O brincar é a linguagem da infância. Aprenda neste curso, baseado em Winnicott, a usá-lo como recurso terapêutico e projetivo, promovendo segurança emocional. Indicado para psicólogos, psicopedagogos, terapeutas e estudantes de psicologia.
Antes de qualquer técnica, todo psicólogo que atende crianças precisa saber os limites do sigilo profissional e do consentimento. Este módulo constrói o alicerce ético e legal da prática clínica infantil. • Consentimento dos responsáveis x assentimento da criança, por faixa etária • Os limites reais do sigilo profissional e a avaliação de risco • Documentos psicológicos, laudos e disputas de guarda • Protocolo PROTEGER e estudos de caso
O consultório infantil não é decoração — é parte do tratamento. Aprenda, com a teoria do holding de Winnicott, a transformar qualquer sala num ambiente que sustenta emocionalmente a criança. • Setting terapêutico e holding: o que sustenta o brincar da criança • Como lidar com mudanças no consultório sem quebrar a confiança • Checklist prático de organização do espaço lúdico infantil
Nem todo brinquedo cabe no setting infantil, e o mesmo objeto pode significar coisas diferentes de uma sessão para outra. Aprenda a selecionar, organizar e usar clinicamente cada material lúdico. • Como selecionar materiais lúdicos e simbólicos com critério clínico • A caixa lúdica: manejo de desgaste, quebra e continuidade emocional • Jogos com regras, Jogo do Rabisco e o uso responsável de telas
Registrar bem uma sessão é proteção — para você e para o paciente. Domine a diferença entre observação, relato e hipótese clínica. • Prontuário e registro documental: o que é obrigatório e por quanto tempo guardar • Declaração, relatório, laudo e parecer: qual documento emitir em cada situação • LGPD, tecnologia e proteção de dados na clínica infantil
O conceito central da obra winnicottiana, direto para a prática clínica: por que o desenvolvimento emocional infantil depende de um ambiente humano confiável. • O que é ambiente facilitador e por que ele sustenta o desenvolvimento emocional • Holding, continuidade de existência e reparação de falhas ambientais • Estudo de caso clínico e roteiro de investigação do ambiente da criança
A criança nunca chega sozinha ao consultório: ela carrega um sistema familiar inteiro. Mapa clínico para entender expectativas parentais, conflito conjugal e a função dos irmãos. • Expectativas e projeções parentais: o filho imaginado x o filho real • Conflito conjugal, separação dos pais e o sintoma como comunicação • A função dos irmãos e um estudo de caso completo
A base de toda a psicoterapia infantil winnicottiana: por que o brincar é a linguagem natural da criança, anterior e além da fala. • Por que o brincar é a via de acesso ao não-verbal na infância • Holding e “mãe suficientemente boa” aplicados à técnica clínica • Quando e como o terapeuta pode interpretar, sem antecipar sentidos
O espaço potencial é onde a mágica clínica acontece — a área que não é nem fantasia pura, nem realidade externa, onde a criança pode criar. • O que é espaço potencial e por que ele não é um lugar físico • A capacidade de estar só como conquista do desenvolvimento emocional • Como sustentar o brincar de crianças que ainda não conseguem brincar livremente
O ursinho, a fralda, a música de ninar: aprenda o que realmente define um objeto transicional (não é a forma, é o uso) e como não transformar isso em diagnóstico precipitado. • Objeto transicional: por que o que importa é o uso, não o objeto em si • A janela etária dos fenômenos transicionais e quando investigar mais a fundo • Mapa clínico de 8 perguntas para orientar pais sobre o objeto transicional
Primeira porta de entrada para um dos temas mais buscados de Winnicott: true self e false self. Veja como a criatividade se conecta ao verdadeiro self. • Verdadeiro self x falso self: a diferença que muda sua leitura clínica • A criança “que nunca dá trabalho” — sinais de hiperadaptação a observar • O valor terapêutico do brincar em si, mesmo sem interpretação verbal
Duas ferramentas clássicas de observação clínica infantil, um sistema de dez eixos para observar qualquer sessão de brincar, e como transformar isso em registro clínico profissional. • Jogo do Rabisco e técnica da espátula: como usar sem virar teste projetivo • Dez eixos de observação clínica para aplicar em qualquer sessão de brincar • Como registrar sessões separando descrição, relato e hipótese clínica
O conceito central de Winnicott, aprofundado até o nível clínico: os graus do falso self, quando ele protege e quando adoece. • Os graus do falso self — da proteção saudável à organização defensiva • Como reconhecer hiperadaptação sem transformar um gesto isolado em diagnóstico • Protocolo SELF e três casos clínicos comentados
Depois dos fundamentos, o aprofundamento técnico: o diálogo de Winnicott com Marguerite Sechehaye, o setting como extensão do espaço potencial, e um protocolo (PONTE) para objetos trazidos de casa. • O setting terapêutico como extensão viva do espaço potencial • Manejo clínico de objetos trazidos de casa: quando intervir e quando não • Protocolo PONTE e dez dimensões para observar o uso clínico do objeto
Como a criança usa o brincar para elaborar agressividade, perda e conflito — sem virar “terapia de catarse” nem ser lido como sintoma automático. • Agressividade, culpa e reparação: o ciclo que sustenta o amadurecimento • Repetição que ajuda x repetição que aprisiona no brincar infantil • Protocolo ELABORAR e caso clínico integrador completo
Um raro encontro entre duas grandes teorias da constituição do sujeito: o estádio do espelho de Lacan lado a lado com o conceito winnicottiano do rosto da mãe como primeiro espelho. • Estádio do espelho (Lacan) x função de espelhamento do rosto materno (Winnicott) • Convergências e divergências entre as duas teorias • Estudo de caso clínico real: quase três anos de análise, sessão a sessão
“Não estruturado” não é sinônimo de “sem limites”. Aprenda a diferença entre brincar espontâneo e ausência de setting, e como sustentar esse espaço sem cair na passividade. • Brincar não estruturado x ausência de limites: a distinção que evita erro clínico • O diálogo histórico entre Winnicott e Melanie Klein sobre o brincar infantil • Dez dimensões de observação aplicadas a casos reais de brincar livre
O brincar como uma terceira área da experiência — nem só fantasia interna, nem só realidade externa. Aprenda quando interpretar e quando simplesmente acompanhar. • A sequência dos quatro movimentos do espaço potencial, passo a passo • Interpretar ou acompanhar: os limites reais da interpretação no brincar infantil • Dez parâmetros clínicos para observar qualquer sessão com rigor técnico
Jogos com regras não são “menos terapêuticos” — revelam como a criança lida com espera, frustração, vitória e derrota. Aprenda a dosar estrutura com segurança clínica. • Estrutura como contínuo, não como oposição: como calibrar cada sessão • Rigidez como possível defesa — e como não retirá-la abruptamente da criança • Protocolo JOGAR e doze dimensões de observação de jogos estruturados
A virada de “observar o brincar” para “intervir através do brincar”: o princípio da economia técnica e uma escada de oito níveis de intervenção clinica. • O princípio da economia técnica: intervir o mínimo necessário • Escada de oito níveis de intervenção clínica no brincar infantil • Indicadores concretos de que a capacidade de brincar está evoluindo
Tudo o que você aprendeu até aqui, aplicado a uma primeira sessão real, do começo ao fim: sala de espera, o silêncio da criança, o Jogo do Rabisco e o fechamento da sessão. • Setting, postura corporal e a pergunta certa para abrir a primeira sessão • Como sustentar o silêncio da criança sem preencher o vazio por ansiedade • Um caso real de supervisão, sessão a sessão, do início ao fechamento
Sem aliança com os pais, não existe tratamento infantil sustentável. Aprenda a construir esse vínculo desde o contrato terapêutico inicial. • Como construir a aliança terapêutica com os responsáveis desde o primeiro contato • Os três níveis de uma queixa: o que os pais dizem x o que realmente precisam • Estudo de caso clínico sobre aliança fragilizada e como reconstruí-la
Um método de 6 passos e um banco de frases prontas para transformar qualquer orientação a pais em comunicação acolhedora — sem culpabilizar, sem moralizar. • Dez princípios de comunicação acolhedora aplicados à orientação parental • Método prático de 6 passos para reformular qualquer fala moralizante • Banco de frases prontas para conversas difíceis com pais e responsáveis
A anamnese infantil, estruturada do zero ao fechamento: gestação, marcos do desenvolvimento, rotina, escola, e como transformar rótulos soltos em descrição clínica real. • Roteiro completo de entrevista inicial, da gestação à primeira infância • Como transformar queixas vagas dos pais em história de desenvolvimento clínica • Mapa-síntese e frases úteis para encerrar a entrevista com segurança
Não existe um único modelo certo de incluir a família no tratamento. Conheça as principais modalidades e um mapa de decisão clínica para escolher a abordagem certa. • Orientação parental x psicoterapia dos pais: a diferença que evita confusão de papéis • Quando indicar sessões conjuntas entre criança e responsáveis • Mapa de decisão clínica para escolher o modelo de atendimento à família
O tema que mais gera insegurança na clínica infantil, resolvido de vez: o que compartilhar com os pais, o que preservar, e como responder às perguntas mais difíceis. • Como explicar o sigilo profissional à criança, por faixa etária • O que compartilhar x o que preservar: mapa claro para nunca ficar em dúvida • Respostas prontas para “o que ele falou de mim?”, “está melhorando?” e outras perguntas difíceis
O que fazer quando o que os pais pedem não é o que a criança precisa? Ferramentas técnicas e éticas para preservar o tratamento em situações de disputa. • Neutralidade técnica x implicação ética: como se posicionar sem tomar partido • Como reconhecer e interromper o uso da criança como “mensageira” entre os pais • Casos clínicos de disputa familiar e quando o tratamento se torna inviável
Como avaliar clinicamente o ambiente doméstico da criança — rotina, autoridade, participação social — sem transformar essa avaliação em julgamento moral da família. • Rotina, autoridade e o paradoxo entre liberdade e limite no desenvolvimento infantil • Como avaliar clinicamente se a casa é um ambiente “suficientemente bom” • Mapa clínico de 8 dimensões para investigar o ambiente doméstico da criança
Um dos motivos de encaminhamento mais comuns na clínica infantil: deprivacão, culpa infantil, lealdade dividida e o papel do terapeuta quando a criança é colocada no meio da disputa entre os pais. Com estudo de caso clínico completo.
A agressividade não é, por si só, um problema — é parte do desenvolvimento emocional saudável. Aprenda a diferenciar limite de punição e a reconhecer quando pede mais atenção clínica, com estudo de caso real.
Medo esperado x medo limitante: onde está a linha, e como acolher sem confirmar o perigo nem reforçar a evitação. Inclui orientações para lidar com a ansiedade dos próprios pais.
Dificuldade escolar quase nunca é só sobre a escola. Como investigar a multicausalidade (emocional, pedagógica, orgânica, relacional) por trás de um baixo desempenho, evitando patologizar ou minimizar o sintoma.
Como a criança elabora o luto — de forma não linear, com regressões esperadas — e por que comunicação verdadeira sobre a morte protege mais do que o silêncio. Um tema delicado, tratado com o cuidado clínico que exige.
O adoecimento infantil impacta toda a rede familiar, e a hospitalização é, antes de tudo, uma experiência de separação. Como preparar a criança de verdade e apoiar irmãos e família durante todo o processo.
Fechamento do bloco clínico: um quadro comparativo único reunindo as seis situações anteriores, os erros mais frequentes na leitura de quadros clínicos infantis, e uma síntese das dez ideias centrais.
Como um tratamento infantil realmente se desenvolve, fase a fase — não como protocolo rígido, mas como leitura clínica viva. Baseado no atendimento histórico de Winnicott. • As condições clínicas que tornam viável o atendimento “de acordo com a demanda” • Como registrar o processo terapêutico separando observação de hipótese • Protocolo PROCESSO e estudo de caso clínico aplicado
A pergunta que todo pai faz — “meu filho está melhorando?” — respondida com rigor clínico: um mapa multidimensional de indicadores reais de progresso. • Progresso real x conveniência do adulto: a diferença que evita erro de leitura • Mapa multidimensional de indicadores de progresso no tratamento infantil • Protocolo PROGRESSO e caso clínico com avanços e recuos reais
O que fazer quando o tratamento trava: resistência como conceito técnico, regressão clínica e seus limites, e como reconhecer e reparar uma ruptura terapêutica. • Resistência como pergunta clínica: quem resiste — a criança, os pais ou o setting? • Regressão à dependência: uso clínico legítimo x sinal de deterioração • Protocolo RESISTIR e caso clínico integrador completo
O caso clínico mais estudado da obra de Winnicott, reconstruído do zero como método de leitura longitudinal de um tratamento real: da primeira consulta à afirmação de identidade da criança.
O momento mais delicado de qualquer tratamento — a ruptura — analisado dentro de um caso real: o intervalo sem atendimento, o retorno, a fúria da criança e a reconstrução da confiança terapêutica.
Como termina — de verdade — um tratamento infantil bem conduzido: os critérios técnicos de término, e o raro posfácio com o desenvolvimento da paciente já adulta, décadas depois.
O fechamento do curso: tudo o que você aprendeu, aplicado a um caso clínico contemporâneo completo — do encaminhamento ao término — mais um protocolo final (PERCURSO) que reúne onze dimensões de acompanhamento longitudinal.
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Carla querida, quero lhe agradecer por ser a minha inspiração. Por acreditar em mim enquanto sua aluna e depois enquanto profissional. Por me incentivar a trabalhar com a psicoterapia infantojuvenil. Sou grata a Deus pela sua existência. Hoje estou realizada e feliz com todos os resultados que tenho obtido nos meus atendimentos
Que aulaaaa maravilhosa !!! Cada dia me encanto mais com a psicologia, com os manejos clínicos e com sua forma energizante de explicar!!! Você uma professora de outro nível.
Professora Carla, estou encantada com o curso! Ainda estou no módulo 1, mas já sinto o quanto estou aprendendo. Mesmo sendo online, estou conseguindo acompanhar tudo com muita clareza e segurança. O que mais me encantou foi a possibilidade de rever as aulas quantas vezes eu quiser — isso tem feito toda a diferença no meu aprendizado. Já consigo perceber a aplicação prática do que aprendi no módulo do desenho, e isso me deixa muito motivada a seguir em frente. Parabéns pelo curso, está maravilhoso!
A professora Carla Cruz, em suas aulas de Psicologia, transmite o conteúdo de maneira simples e acolhedora, tornando o aprendizado acessível e pessoal para cada aluno. Ela vai além da simples transmissão de conhecimento, integrando teorias psicológicas com vivências reais, o que torna suas aulas não apenas mais interessantes, mas também profundamente significativas. Sua abordagem lúdica e cativante nos faz perceber como a Psicologia se reflete em cada aspecto de nossas vidas, proporcionando um aprendizado único e envolvente. Só quem vive essa experiência entende o quanto é contagiante — como a música dos mineiros: "Quem te conhece, não esquece jamais".
Estar perto da professora Carla é uma alegria e uma inspiração. Me sinto acolhida e motivada a crescer a cada aula. Seu jeito de ensinar, com tanta leveza, profundidade e dedicação, faz toda a diferença. Que privilégio fazer parte de um projeto tão cuidadoso e transformador. A forma como ela transmite conteúdos com consistência teórica e uma didática clara torna o aprendizado leve, acessível e envolvente.
Hoje especialmente estou muito emocionada, ao pensar em tudo o que aprendi com você dentro e fora da sala de aula, para a formação profissional e para a vida. Obrigada por me ensinar a manter minha vela acesa, e com ela acender outras. Obrigada por me ensinar o caminho para ouvir com empatia e a praticar o não julgamento. Obrigada por me ensinar a ver crianças, adolescentes, adultos, idosos com a beleza que cada fase tem e a amar cada vez mais o ser chamado HUMANO. Definitivamente não sou mais a mesma desde que iniciamos esta linda jornada juntas. Obrigada pela entrega, pela parceria e amizade. Jesus Cristo continue abençoando ricamente você e seus amores.
Você tem 7 dias inteiros para experimentar o curso com total tranquilidade. Se, por qualquer motivo, você sentir que não é para você, basta solicitar o cancelamento dentro desse prazo e devolveremos 100% do valor pago. Sem perguntas, sem burocracia.
O risco é todo meu — você só continua se realmente amar o conteúdo!
Profissionais da área da saúde.
Sim, certificado reconhecido pelo MEC. Esse curso é oferecido na modalidade livre conforme decreto presidencial nº 5154 de 24 de julho de 2004, Art. 14.
SIM, o curso é 100% online através deste site.
Dentro da próprio site, assim que acabar o curso pode emitir o certificado.
Aceitamos pagamentos via cartão de crédito (à vista ou parcelado), boleto bancário (à vista) e pix (à vista). Você pode escolher o método de pagamento que for mais conveniente para você durante o processo de inscrição.
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